A Farmácia é uma ciência milenar, como já diz o nosso hino. É tanto tempo que acumulamos uma vasta gama de atividades. E no século XXI nos deparamos com vários conceitos, posicionamentos, idéias e regulamentações.
Neste momento vou fazer um recorte para nos trazer a mais fina de nossa técnica, o atendimento às pessoas. Atendimento para o medicamento, atendimento para a saúde o qual negligenciamos nos últimos 50 anos.
Agora com propostas de reformulação legal (Lei nº 5.991/73, substitutivo PL nº 4385/94, consulta pública ANVISA nº 69/07 – só para citar algumas) e a onda da atenção farmacêutica, pensamos: quais são os serviços que oferecemos para a sociedade?
O que devemos ter ou fazer na farmácia é uma pergunta aberta. Por isso começo esse blog trazendo esta reflexão. Convido a todos a pensar no comércio, nas vendas, na sobrevivência em tempos de crise global. Também na precarização do trabalho, na marginalização da relação farmacêutico/usuário em detrimento de ações burocráticas e administrativas.
Marcelo Campese é Farmacêutico.





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